BELUSHI (2020) | CRÍTICA

Produzido pela Showtime, Belushi segue a linha temporal dos acontecimentos que culminaram na trágica morte de um dos mais cultuados (e exagerados) comediantes americanos. No entanto, ao contrário da biografia sensacionalista lançada por Bob Woodward, Wired: The Short Life and Fast Times of John Belushi, o documentário de R. J. Cutler foca principalmente na obra do humorista, traçando um paralelo entre sua vida pública e privada. Membro do The Blues Brothers e um dos fundadores do programa Saturday Night Live, John Belushi, ou “o Bruce Lee da comédia”, como era descrito por Tracy Morgan, morreu em 1982 vítima de overdose no hotel Chateau Marmont, em Los Angeles, aos 33 anos.

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